Juíza indefere pedido de prisão preventiva para ex-prefeito de Silva Jardim

Anderson Alexandre e outros acusados foram denunciados por fraudar atas de convenções partidárias em 2016

A juíza Daniella Correia  indeferiu o pedido de afastamento do deputado estadual e ex-prefeito de Silva Jardim Anderson Alexandre (foto), acusado em Ação Penal do Ministério Público de falsificar atas eleitorais das convenções partidárias do PSB, PTN e PSD antes do pleito eleitoral de 2016. A decisão- de 30 de outubro – também atingiu outras oito pessoas: Thais Gabardo, José Brito Filho, Flavio Eduardo da Costa Brito – o Flavio de Dezinho – Lívia Palmeiras, Wesley Santos, Webster dos Santos Barcellos, o Binho, Maria Olívia dos Santos e Hélio Alfradique da Cunha Junior.

A magistrada também negou o pedido do MP de prender preventivamente os acusados Flavio de Dezinho, Anderson Alexandre, Thais, e Webster. Segundo a denúncia, José Brito, Lívia e Maria Olívia falsificaram as atas, enquanto Flavio de Dezinho, Wesley e Junior, respectivamente presidentes do PSB, PTN e PSD, a pedido de Anderson, “presidiram a falsa convenção e subscreveram as atas forjadas”.

Da mesma forma, o vereador Webester – na época presidente do PTN – “concorreu para a falsificação, presidiu, de fato, a suposta convenção, acompanhando a confecção da ata, subscrevendo, ao final, a lista de presença e sendo indicado para concorrer à reeleição para a vereança”

De acordo com a denúncia, Anderson, Flavio, Webester, Wesley e Junior – com ajuda de Tahis – representante da coligação majoritária “Para Continuar Avançando” e da coligação proporcional “Juntos somos mais fortes” encaminharam as atas à Justiça Eleitoral com objetivo de demonstrar a regularidade dos atos partidários”.

No entanto, mantêm-se aos acusados as medidas cautelares de proibição de “travarem qualquer tipo de contrato com as testemunhas de acusação neste processo assim como deverão manter endereço atualizado.

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