Justiça mantém preso ex-prefeito de Silva Jardim

Decisão foi em processo por fraude eleitoral

Com duas prisões preventivas decretadas – uma por suposta fraude em processos de licitação e outra pelo uso de documento falso para formar aliança partidária nas eleições de 2016 – o ex-prefeito de Silva Jardim e deputado estadual eleito Wanderson Gimenes Alexandre (foto), o Anderson Alexandre, teve habeas corpus negado pelo desembargador Carlos Santos de Oliveira, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.

A defesa do político está correndo contra o tempo para soltá-lo, pois a posse dos parlamentares eleitos no ano passado está marcada para o próximo dia 1º e se ele não estiver livre até lá só tem mais 60 dias de prazo para poder ser empossado, prazo que termina no dia 1º de abril.

Anderson foi preso no dia 29 de novembro de 2018 sob a acusação de liderar um esquema de fraude em licitação na Prefeitura. Depois foi expedido contra ele mais um mandato de prisão em processo por fraude eleitoral, que também levou à prisão a vereadora Marcilene Xavier, uma assessora da Câmara de Vereadores e outra da Prefeitura.

Pelo que foi denunciado pelo Ministério Público, as atas de convenções partidárias das legendas que apoiaram a candidatura de Anderson à reeleição, foram fraudadas.

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