PESTALOZZI DE ARARUAMA AGONIZA

Abandonada a própria sorte. Este é o sentimento da maioria das pessoas que recorrem a Sociedade Pestalozzi de Araruama.

A entidade filantrópica que presta auxílio às pessoas com deficiência intelectual não recebe repasses do Governo estadual desde outubro de 2018.

Coincidência ou não, desde que Lívia de Chiquinho (foto) assumiu a Prefeitura, em janeiro de 2017, o auxilio do município caiu drasticamente e no momento, a instituição vive da caridade de particulares.

Em dezembro de 2016 havia 16 professores. Atualmente apenas três para atender 99 pessoas. Outras 60 pessoas – na faixa etária de 20 a 45 anos – pessoas que esperam tratamento aguardam na lista de espera.

A Pestalozzi oferece atividades em piscina, arte, capoeira, mas tudo está paralisado porque a entidade não tem como pagar profissionais dessas áreas.

A duras penas, conseguiu quitar dívidas trabalhistas. Todavia, estão pendentes dividas com tarifas de água, luz, telefone.

A situação chegou ao Ministério Público que propôs uma conciliação entre o Município e a entidade. Por enquanto, nenhum resultado efetivo. O que se sabe é que a juíza de direito da comarca, Alessandra de Souza Araújo requereu cópias de ofícios do convênio entre a Pestalozzi e o Município que terá de dar uma resposta para o impasse.

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