Eleições suplementares de Silva Jardim: impasse no TSE continua

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As eleições suplementares em Silva Jardim ainda não terminaram. O pleito vencido por Jaime Figueiredo depende de decisão final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No dia 3 de agosto, o ministro do TSE Luiz Felipe Salomão decidiu que o afastamento de Jaime e a possibilidade de uma nova eleição, indireta, está condicionado ao “julgamento de eventual agravo interno” pelo Tribunal.

O registro de candidatura de Jaime para essas eleições foi indeferido tanto na 63ª Zona Eleitoral quanto no TRE porque na ocasião das eleições suplementares de março sua filiação partidária ao PROS era inválida. O candidato havia deixado o PL por conta de uma suposta expulsão e ingressou com filiação no PROS em janeiro deste ano. Dois meses antes das eleições suplementares. No entanto, para que um candidato concorra a qualquer eleição é preciso que a filiação seja feita pelo menos seis meses antes.

A Justiça Eleitoral, no caso o TSE, tem nas mãos um autêntico abacaxi, já que uma decisão desfavorável a Jaime nesta altura do campeonato pode ensejar uma nova eleição, desta vez indireta na Câmara de Vereadores, em plena pandemia e a pouco mais de 40 dias de uma nova eleição, a de 15 de novembro.

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