Um revolucionário chamado Freud

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No dia 27 de agosto é comemorado o Dia do Psicólogo. O tema remete imediatamente a Sigmund Freud, neurologista e psiquiatra austríaco que viveu entre 1856 e 1939. Freud, ao conceber suas ideias sobre o inconsciente, revolucionou o pensamento moderno muito além do divã do analista. Nascido numa família judaica, em Viena, após um longo período de autoanálise, descobriu que a neurose resultava da repressão dos desejos sexuais infantis. Era, em sua concepção, o Complexo de Édipo.

Por volta do ano de 1900, Freud já havia desenvolvido a base de toda a sua teoria: a sexualidade infantil, a repressão, o inconsciente e as origens sexuais da psicopatologia. Ao encontrar resistência em determinados pacientes, Freud também desenvolveu suas técnicas de livre-associação e transferência, celebrizadas nos relatos como “Dora” e o “Homem dos Lobos”.

O neurologista dividiu a vida psíquica entre Id, Ego e Superego, visualizando o Homem como um ser atormentado por impulsos conflitantes (a libido versus o instinto de morte). A partir deste conceito, surgiu o pessimismo de teorias aplicadas à História, à Religião e à Arte, apresentadas em seus livros “A Civilização e os Seus Descontentamentos”, de 1930.

Já no final de sua vida, com o surgimento do Nazismo, foi obrigado, em 1938 a fugir com a família para Londres. Nesta época, Freud já sofria com um câncer na boca. Sua filha Anna desenvolveu um segmento próprio a partir das teorias de Freud.

O status científico da psicanálise freudiana permanece inalterado quanto às qualidades terapêuticas e nenhuma outra personalidade moderna abalou mais que Freud o mundo da psicanálise. Freud escreveu ainda: “A Psicopatologia da Vida Cotidiana”; “O Ego e o Id”; “A Interpretação dos Sonhos” e “Introdução à Psicanálise”.

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